Rosana Blogueira

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

TEOSOFIA






Teosofia (do grego de θεός theos, Deus + σοφία sophia, sabedoria, formando θεοσοφία ou theosophia; literalmente "conhecimento de deus") é um termo que designa diferentes doutrinas místicas e iniciáticas de sentido esotérico.1 É possível tratar a palavra teosofia como uma noção primitiva, ou seja, algo de caráter abstrato, impossível de ser descrito precisamente. Assim, cada teosofista possui o seu conceito de teosofia, ligado somente a ele próprio e às obras que estudou além daquilo que já viveu.
É o substrato de todas as religiões e filosofias do mundo, ensinada e praticada desde que o homem se tornou um ser pensador.2 Se estabelece no encontro em maior ou menor grau dos diversos sistemas de crenças ao longo da história, incluindo-se aqui a filosofia e o método científico . Além disso possui forte ligação com o ocultismo; porém é importante fazer uma ressalva: ao contrário do senso comum, que enxerga o ocultismo como "algo" vinculado ao mal, a teosofia aborda o conhecimento oculto como uma fonte viável de informação, tal como aborda as religiões, e limita-se a propagar os conhecimentos voltados ao bem e a elevação espiritual.
Começou a ser difundida no mundo contemporâneo pela Sociedade Teosófica original.
Muitos tem como personalidade mais influente e importante Helena Blavatsky, uma das fundadoras.





  gaRHimpagem: Teoria dos Setênios, por Rubens Gimael e Regina Erismann

http://garhimpagem.blogspot.com.br/2013_12_01_archive.html


Os setênios fazem parte da antroposofia, ciência que parte da compreensão do ser humano, a fim de que ele entenda não apenas a si próprio, mas todo o universo. De acordo com o Dr. Samir Rahme, especialista no assunto, a teoria dos setênios foi elaborada a partir da observação dos ritmos da natureza e baseia-se em dividir a vida em fases de sete anos. 

Segundo Rahme, os três primeiros setênios (0 a 21 anos) são denominados setênios do corpo, período em que o ser humano enfrenta a jornada do amadurecimento físico e formação da personalidade. Os três seguintes (21 a 42 anos) são os setênios da alma, período no qual o ser humano já passou por todas as experiências básicas da vida, fazendo várias opções como vida conjugal, trabalho e família. Entender cada uma dessas fases ajuda o ser humano a lidar com as crises, tirando o melhor proveito delas. 

Cada ano na vida de uma pessoa tem uma importância e singularidade que só será vivida nessa idade. Dos 7 aos 14 anos, por exemplo, há uma prontidão para aprender. É um período ideal para incentivos nas áreas da literatura, esportes, música. Aqui serão adquiridos valores que permanecerão pela vida toda. Dos 21 aos 28 anos, o ser humano vivencia a crise dos talentos. Nesse período os jovens sentem necessidade de viajar e estudar fora. É uma fase na qual se enfrenta o dilema da profissão ideal aflora o sentimento de independência. Já dos 35 aos 42 anos, o ser humano enfrenta a crise da autenticidade. É uma etapa em que se busca reconhecer os limites, estabilização da vitalidade, relação do ser e ter. É a fase de maturidade do ser, da busca do equilíbrio entre o espiritual e o terreno. Em seguida, dos 42 aos 49 anos, vem a crise biológica, ou a nova adolescência, período em que o ser humano desenvolve a coragem para atuar, aumenta a capacidade de altruísmo e de correr riscos. 

Ideias que definem os setênios: 
0 a 7 anos: O ninho. Interação entre o individual (adormecido) e o hereditário.
7 a 14 anos: Autoridade amada.
14 a 21 anos:  Puberdade/adolescência - Crise de identidade.
21 a 28 anos: Experimentar limites.
28 a 35 anos: Fase organizacional.
35 a 42 anos: Crise de autenticidade.
42 a 49 anos: Altruísmo x Querer manter a fase expansiva.
49 a 56 anos: Ouvir o mundo.
56 a 63 anos (e adiante): Abnegação/sabedoria.
Os setênios fazem parte da antroposofia, ciência que parte da compreensão do ser humano, a fim de que ele entenda não apenas a si próprio, mas todo o universo. De acordo com o Dr. Samir Rahme, especialista no assunto, a teoria dos setênios foi elaborada a partir da observação dos ritmos da natureza e baseia-se em dividir a vida em fases de sete anos. 

Segundo Rahme, os três primeiros setênios (0 a 21 anos) são denominados setênios do corpo, período em que o ser humano enfrenta a jornada do amadurecimento físico e formação da personalidade. Os três seguintes (21 a 42 anos) são os setênios da alma, período no qual o ser humano já passou por todas as experiências básicas da vida, fazendo várias opções como vida conjugal, trabalho e família. Entender cada uma dessas fases ajuda o ser humano a lidar com as crises, tirando o melhor proveito delas. 

Cada ano na vida de uma pessoa tem uma importância e singularidade que só será vivida nessa idade. Dos 7 aos 14 anos, por exemplo, há uma prontidão para aprender. É um período ideal para incentivos nas áreas da literatura, esportes, música. Aqui serão adquiridos valores que permanecerão pela vida toda. Dos 21 aos 28 anos, o ser humano vivencia a crise dos talentos. Nesse período os jovens sentem necessidade de viajar e estudar fora. É uma fase na qual se enfrenta o dilema da profissão ideal aflora o sentimento de independência. Já dos 35 aos 42 anos, o ser humano enfrenta a crise da autenticidade. É uma etapa em que se busca reconhecer os limites, estabilização da vitalidade, relação do ser e ter. É a fase de maturidade do ser, da busca do equilíbrio entre o espiritual e o terreno. Em seguida, dos 42 aos 49 anos, vem a crise biológica, ou a nova adolescência, período em que o ser humano desenvolve a coragem para atuar, aumenta a capacidade de altruísmo e de correr riscos. 

Ideias que definem os setênios: 
0 a 7 anos: O ninho. Interação entre o individual (adormecido) e o hereditário.
7 a 14 anos: Autoridade amada.
14 a 21 anos:  Puberdade/adolescência - Crise de identidade.
21 a 28 anos: Experimentar limites.
28 a 35 anos: Fase organizacional.
35 a 42 anos: Crise de autenticidade.
42 a 49 anos: Altruísmo x Querer manter a fase expansiva.
49 a 56 anos: Ouvir o mundo.
56 a 63 anos (e adiante): Abnegação/sabedoria.


Steiner definiu a antroposofia como "um caminho de conhecimento para guiar o espiritual do ser humano ao espiritual do universo." O objetivo do antropósofo é tornar-se "mais humano", ao aumentar sua consciência e deliberar sobre seus pensamentos e ações; ou seja, tornar-se um ser "espiritualmente livre".
Steiner ministrou vários ciclos de palestras para médicos, a partir dos quais surgiu um movimento de medicina antroposófica que se espalhou pelo mundo e agora inclui milhares de médicos, psicólogos e terapeutas, e que possui seus próprios hospitais e universidades médicas. Outras vertentes práticas da antroposofia incluem: a arquitetura orgânica (a sede da Sociedade Antroposófica Geral — veja Seção "Ligações externas", o Goetheanum, em Dornach, Suíça, é uma amostra dessa arquitetura), a agricultura biodinâmica, a educação infantil e juvenil (pedagogia Waldorf), a farmácia antroposófica, que é uma extensão da homeopática (Wala, Weleda, Sirimim), a nova arte da euritimia ("o movimento como verbo e som visíveis"), e a pedagogia curativa e terapêutica social, em que se destacam os centros denominados Vilas Camphill.
A obra completa de Steiner, toda publicada, contém cerca de 350 volumes com seus livros e ciclos com as mais de 6.000 palestras que foram estenografadas. (Veja Seção "Ligações externas".)
Segundo Steiner, a humanidade habita o planeta Terra desde sua criação, existindo sob a forma de espíritos e assumindo diversas formas. Atualmente, estaríamos vivendo no Período Pós-Atlântida, que começou com o afundamento da Atlântida em 7227 a.C.. O período Pós-Atlântida se divide em sete épocas, sendo a atual a época Euro-Americana, que durará até o ano de 3573. Após esta era, os homens vão recuperar os poderes de clarividência que tinham no período anterior aos gregos antigos.1